- Home >
- Tag: BRIC
Indo para os EUA? Que tal visitar Wall Street?
3 de novembro de 2011 - por Ação Jovem
-
Leia +
O coração do Mercado de Capitais fica na Ilha de Manhattan em Nova York. Na esquina da famosa Wall Street com a Broad Street está localizada a New York Stock Exchange (NYSE) que depois da fusão com a Euronext se tornou líder global, representando um terço dos ativos transacionados no mercado financeiro mundial. A conselheira do Ação Jovem, Bruna Marcelino, esteve na bolsa de Nova York em outubro e teve a oportunidade de conhecer o trading floor e acompanhar o Opening Bell, a campainha tocada na abertura do mercado. Ela comenta: “A grande diferença da NYSE para o pregão viva-voz que existia na BM&F é que não se vê um monte de boletas jogadas no chão, porque os traders americanos acompanham apenas operações eletrônicas. No lugar dos pits (rodas de negociação) há diversas telas de computador mostrando indicadores de mercado, operações e gráficos a todo momento”.

O símbolo de boa sorte dos traders, o Charging Bull (Touro de Wall Street), fica perto da praça Bowling Green, onde têm ocorrido protestos nas últimas semanas. Por esse motivo, a escultura do touro se mantém cercada por grades. Mas, ainda assim, Bruna diz que “é possivel tirar a ‘clássica foto’ ao lado do touro”.
Bruna também visitou as mesas de operações da ICAP. Ela nos conta como foi a experiência: “Primeiro fui conhecer o andar de voice broking que é a típica mesa de operações, só que mais silenciosa do que de costume, visto que, a comunicação com os clientes lá ocorre por escrito pelo chat da Bloomberg. Logo depois, fui ao andar de electronic trading que tem uma equipe mais enxuta utilizando robôs para arbitrar o mercado. O que me chamou bastante atenção foi uma funcionária brasileira da corretora que sugeriu a troca do termo “Emerging Markets” (Mercados Emergentes) para “Growth Markets” (Mercados em Crescimento) dentro da companhia; pois os países do BRIC, que incluem o Brasil, são o centro de atenção dos investidores, porque se encontram em estágio de expansão.”Desde 2001, a visita no trading floor está restrita por questões de segurança. Mas se estiver indo para Nova York, você pode visitar o Museum of American Finance que tem uma exposição permanente dedicada ao mercado financeiro. E no shopping desse museu é possível comprar o Touro e o Urso de bronze, símbolos que indicam alta e baixa do mercado, respectivamente. Também não deixe de visitar o Federal Reserve Bank of New York que têm exposições interativas sobre a história da moeda e do sistema financeiro norte-americanos.
Mais informações nos sites: http://www.moaf.org/index e http://www.newyorkfed.org/aboutthefed/visiting.html
Já disse o presidente norte-americano Obama: “Se o Brasil é o país do futuro, o futuro chegou”.
21 de outubro de 2011 - por Ação Jovem
-
Leia +
E parece que chegou para ficar. Com a crise econômica mundial batendo à porta das grandes potências, o Brasil vive uma economia forte e sólida. É como se os papéis se invertessem: as grandes economias passando por dificuldades e as emergentes prosperando.
No último dia 19, o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou um estudo que prevê o nosso Real com grande potencial para internacionalização. Aí sim, né? De acordo com o órgão, o uso de reais em operações com derivativos internacionais aumentou cerca de 50% entre 2004 e 2010. Na verdade, as moedas do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) de maneira geral, estão com maior liquidez no mercado. A utilização da rupia indiana e do rublo russo também apresentou um crescimento significativo. Embora em período de crise, os emergentes mantiveram seus crescimentos e atraíram investimentos das grandes economias.
O mesmo FMI também prevê que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresça em 2011, cerca de 4% – um número otimista em relação aos gringos. O Brasil hoje ocupa a oitava posição do ranking das maiores economias mundiais. A expectativa é que neste ano, nosso país passe a Itália e ocupe a sétima colocação. A Itália possui uma dívida pública próxima a 120% do Produto Interno Bruto (PIB), o que é, em termos proporcionais, duas vezes maiores que a relação entre dívida e PIB do Brasil, que atinge 56% em termos brutos.
Com todo esse cenário, o Brasil não quer desacelerar seu crescimento. O Copom (Comitê de Política Monetária) abaixou novamente a taxa Selic (indicativa de juros), passou de 12% ao ano para 11,50% ao ano. Essa política é uma estratégia que foi adotada em agosto para estimular o crescimento econômico e suavizar os efeitos da crise mundial no Brasil.
O governo está tomando algumas medidas para aumentar os investimentos. Recentemente, foi divulgado que a partir do ano que vem, o valor mínimo para investir no Tesouro Direto será de 30 reais. Isso mesmo. O valor que antes era de 100 reais, caiu para 30. O Tesouro Nacional também planeja ampliar o teto da aplicação máxima permitida: dos atuais R$ 400 mil para R$ 1 milhão.
Com todos estes aspectos positivos, você não acha que está mais do que na hora de começar a investir em seu país? É fácil, seguro e ainda ajuda no desenvolvimento da nação.
O Ação Jovem como sempre, te apoia nessa. O primeiro passo é o conhecimento.
Já falamos por aqui de Tesouro Direto,
lembra? http://ow.ly/73CPG
E para os que já estão por dentro do que
é Tesouro Direto, vale a dica do simulador:http://simuladortesourodireto.cblc.com.br/