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Ação Jovem promove enriquecedor debate com líderes políticos jovens

26 de setembro de 2014 - por Ação Jovem sem comentários

  • Na última quarta-feira, dia 24, nós promovemos no auditório do prédio de Direito da FGV um debate com juventudes partidárias, representantes de importantes instituições do país e universitários. Como já fizemos nas eleições passadas, o objetivo foi justamente colocar na mesa de discussões quais as propostas dos partidos para os jovens brasileiros e qual a importância que os mais novos têm para as legendas.

    Além de permitir uma maior interação dos eleitores com as lideranças partidárias, no evento compareceram representantes de grupos jovens, como a Associação Comercial de São Paulo, Fiesp e a BM&FBovespa, que enriqueceram o debate. A participação de universitários também foi importante por trazerem diferentes pontos de vista. É muito legal ver o interesse dos jovens e as mudanças que desejam para o país.

    Na abertura, Caio Cordeiro, Presidente da Diretoria Executiva do Ação Jovem, citou a importância do jovem para as mudanças urgentes que o país tanto demanda. Na opinião do Ação Jovem, a discussão é o primeiro passo nesse caminho. Contamos também com a presença de Roberto Carvalho, vice-presidente do Instituto Atlântico e participante do Movimento Brasil Eficiente. Ele apontou a necessidade de uma simplificação de impostos e diminuição da carga tributária brasileira, de modo a estimular investimentos e, consequentemente, a economia.

    Representando os partidos participaram do debate Alberto Haddad (PP), Erik Bouzan (PT) e Paulo Mathias (PSDB). As discussões foram no formato de debate convencional, iniciando com uma pergunta geral sobre os jovens e a política, passando pela apresentação e perguntas entre partidos e terminando com perguntas da plateia.

    Além do enaltecimento das realizações partidárias e temas polêmicos dos adversários como: racionamento, Petrobras, Minhocão, Bolsa Família e condenados pela Justiça. Os principais pontos perpassaram pela participação mais ativa do jovem na política partidária, as incertezas econômicas, autonomia do Banco Central e a diminuição do número de jovens (entre 16 e 18 anos) que optam por tirar seu título de eleitor, como mostraram reportagens da imprensa nacional. É triste ver que o jovem está menos desinteressado no exercício de uma das formas mais fundamentais de cidadania: escolher seus governantes. Daí a importância de eventos como o debate eleitoral para estimular os mais novos a participar do planejamento para o país e defender qual rumo o Brasil deve tomar.

     

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