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Brasileiros são os que menos poupa para estudos dos filhos

10 de setembro de 2014 - por Ação Jovem sem comentários

  • Já não é novidade que a poupança tem perdido espaço no orçamento dos brasileiros. A captação líquida (diferença entre depósitos e saques) em agosto foi a pior do ano (R$ 518,32 milhões). Além de uma reserva para emergências, a poupança é um meio também para realizações pessoais, como a compra da casa própria, a quitação do financiamento do automóvel ou ainda promover uma boa educação para os filhos.

    Mas, infelizmente, os brasileiros estão entre os que menos guardam dinheiro para este último item. Uma pesquisa feiro pelo banco HSBC em 15 países mostrou que apenas 42% dos brasileiros entrevistados disseram reservar dinheiro para os estudos dos filhos, bem menos do que a média global, de 64%.  Foi o país avaliado com a menor proporção de poupadores. Em países da Ásia, onde a cultura da poupança é maior, a economia para a educação dos filhos chega a 85% na Malásia, 81% na China, 81% em Hong Kong e 80% em Cingapura!

    A falta de cultura de planejamento financeiro para o longo prazo é uma das explicações, assim como as condições econômicas passadas, de inflação e juros altos por muito tempo – o que não estimulava o investimento. A falta de conhecimento sobre as formas e rentabilidade dos investimentos também piorou a situação brasileira.

    Sem uma poupança expressiva, a maioria dos pais (71%) afirma ter a renda atual como principal fonte para pagar os estudos. Mas eles se arrependem: 39% dos entrevistados no Brasil lamentam não terem guardado recursos suficientes contra 22% da média global desse indicador.

     

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