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Como Escolher e Controlar mais de Perto suas Ações

6 de abril de 2011 - por Ação Jovem sem comentários

  • Quanto mais você entende as possibilidades e nuances do mercado, mais consegue entender as escolhas feitas por sua corretora e mais consegue intervir diretamente nas decisões de compra e venda de suas ações – podendo mesmo tomar completo controle, aplicando on-line por Home Broker. Para isso, acompanhe algumas recomendações básicas que juntamos aqui para ajudar você nas primeiras escolhas.

    Em primeiro lugar, para escolher as ações nas quais investir, você, como investidor, deve colocar na balança três fatores: a liquidez da ação, ou seja, a facilidade de se vender aquela ação quando quiser; o retorno da ação, ou seja, quanto dinheiro você pode ganhar com ela; e o risco da ação, ou seja, quais as chances daquela companhia ter uma queda agressiva no valor de suas ações por conta de alguma notícia inesperada.

    Levando isso em conta, vale diversificar suas ações de modo a reduzir os riscos no caso de um acontecimento inesperado, por exemplo. Assim, do total de seus recursos, você deve separar o montante que estará comprometido com gastos de curto prazo e com pagamentos em datas fixas (mais os imprevistos) e destiná-lo a aplicações financeiras de curto prazo ou até mesmo mantê-lo em disponibilidade imediata.

    Da parcela destinada ao investimento de médio e longo prazos, poderá destinar parte a aplicações de renda fixa e parte a operações de renda variável (ou seja, uma aplicação cujo rendimento não se conhece com antecedência).

    Em princípio, quanto mais conservador, maior a parcela dedicada aos investimentos de renda fixa. Quanto mais agressivo, maior a exposição aos mercados de renda variável. Entretanto, a moderna gestão de fundos e carteiras consegue diminuir as diferenças de relação risco-retorno desses dois tipos de investimento por meio do uso de derivativos, que são instrumentos financeiros cujo valor se baseia em outro ativo, propiciando a montagem de estratégias de proteção (“hedge“) – ou, ao contrário, de alavancagem.

    Quando este é realizado com expectativa de retorno de médio / longo prazos, o risco fica menor. Dessa forma, o risco passa a estar condicionado ao desempenho / resultado (lucro ou prejuízo) da companhia dentro de um horizonte temporal mais amplo.

    Para conhecer outras definições básicas como: Mercado Primário / Secundário; Derivativos; Mercados a Vista, a Termo, de Opções e Futuro; e Ações de primeira, segunda e terceira linha, por exemplo, consulte nosso glossário.

    Se você já está familiarizado com os termos e possibilidades e deseja aprimorar seu conhecimento do mercado para melhorar suas análises e opções na hora de investir, vejas as informações sobre os cursos, oferecido pelo “Ação Jovem”.

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